Millebolleblu

Mbebê

November 24, 2007

Para que seu bebê possa participar do Mbebê você deve mandar uma foto dele ou dela, usando produtos Millebolleblu, juntamente com uma autorização para a utilização da imagem para sandra@millebolleblu.com.br . O bebê escolhido terá sua foto publicada no site e ganhará um bônus em produtos. Para maiores informações entre em contato.

Na mídia

no portal Moda e Consultoria

November 23, 2007

No dia 21/11, fomos notícia no portal Moda e Consultoria na seção Saúde e Beleza com a nossa linha Purissimo. Obrigada, Raquel Jorge!

Reflexão

18 anos dos direitos das crianças

November 20, 2007

No dia 20 de Novembro de 1989 a Assembléia Geral das Nações Unidas decidiu adotar como lei  a Convenção dos Direitos da Criança. A convenção presupõe que todas as crianças tem direitos básicos, incluindo o direito à vida, ao próprio nome e identidade, de crescer junto aos seus pais em uma família (ou grupo cultural), ou pelo menos de ter acesso a ambos os genitores quando estes forem separados. De todos os países somente os EUA e a Somália não ratificaram o documento.

Passaram-se 18 anos. Hoje a Declaração dos Direitos das Crianças chega à maturidade.

O que merece uma reflexão neste dia é se os direitos das crianças a ter uma infância digna são respeitados como deveriam.

Hoje por aqui se festeja a Consciência Negra. A consciência da “raça”. Não sei se é uma coisa sábia ter consciência de “raça”. Talvez tenha sido importante, para que vozes fossem ouvidas, para que portas fossem abertas. Mas será que não teria sido suficiente ter criado o dia da Consciência Limpa? Consciência do que é certo, de que as aberrações mereciam ser corrigidas, consciência de que nós criamos a sociedade e o futuro que nossas crianças terão que viver. Sejam elas negras, pardas, verdes, brancas leitosas ou roxas batata. Crianças e só, iguais. Hoje não ouvi nem uma palavra sobre crianças. Pena.

As crianças deveriam aprender algumas consciências. Deveriam aprender sobre a miséria e que ela é igual em todos os lugares, que a fome mata, que a ignorância faz mal, que a doença, a dor, e até a alegria não tem fronteiras. Que as pessoas têm direitos, mas também têm deveres. Que as pessoas todas no mundo buscam as mesmas coisas: segurança, afeto e um pouco de conforto. Que a cor dos olhos, da pele, dos cabelos é só uma cor, não faz ninguém melhor ou pior, só faz o mundo mais interessante e colorido. Que a verdadeira diferença está em fazer bem-feito, em ser, não na sua “raça”.

Para que o mundo, quem sabe, possa ter menos crianças (negras ou não) em situação de risco em um futuro próximo certamente precisamos de tantas outras consciências…

Cursos

O que meu bebê está pensando?

November 19, 2007

Retomando o projeto cultural, com base no trabalho do Dr. Richard Woolfson, faremos o curso: “O QUE MEU BEBÊ ESTÁ PENSANDO?” em várias etapas:

no dia 24/11/2007 , sábado às 14:00h a primeira parte que compreende um entendimento sobre características do cérebro do bebê e também sobre o choro.

Façam a reserva no telefone 19- 32943565 pois os lugares são limitados.

Na mídia

Mais Feliz

Na edição de 16/11/2007 ( ano 6, nº258) da revista Mais Feliz, no editorial em Família, tivemos o privilégio de ser destaque com a linha cosmética Puer Mea Purissimo. Agradecemos o carinho à Laís, à Ana Lúcia Neiva e ao Paulo Borgia. Obrigada! 

Na mídia

Na Beleza Inteligente (on line)

November 12, 2007

Temos o privilégio de estar na página de abertura do site “Beleza Inteligente”. O site, dirigido por uma das pessoas mais competentes do Brasil quando se fala em cosmética (e não só), a Dr.a Sonia Corazza, é uma referência para quem quer informações atualizadas sobre beleza, com conselhos, lançamentos, dicas e mais, além de uma imensa sensibilidade.

Obrigada, Sonia e toda a equipe da Beleza Inteligente!

Na mídia

Na Pais e Filhos de novembro

November 7, 2007

pf.JPGA revista ”Pais e Filhos” que está nas bancas, edição 452 de novembro de 2007, traz mais uma vez um produto da Millebolleblu, ou seja, o Creme de Amido da linha Puer Mea Purissimo em matéria sobre beleza para as mães e bebês.

http://revistapaisefilhos.terra.com.br/

Agradecemos o privilégio da citação à editora. Muito obrigada!

Millebolleblu

Para pequenos gênios

November 2, 2007

A DANA Foundation elencou alguns sites onde as crianças podem obter jogos e informações interessantes sobre a ciência e o cerébro. O link é: http://www.dana.org/resources/brainykids/detail.aspx?folder_id=104

Só tem a limitação de ser em inglês, mas se seu rebento já for capaz de ter alguma compreensão da língua, vale a pena dar uma olhadinha.

Para os mais crescidinhos existe a revista on line “Cerebrum”: http://www.dana.org/news/cerebrum/ onde existe vários temas interessantes disponíveis para leitura.

Millebolleblu

no N.Y. Times

November 1, 2007

Reproduzo abaixo artigo do NYT sobre produtos orgânicos e ditos naturais.

É importante saber porém que já se acumulam artigos na literatura médica sobre o efeito de parabenos em seres humanos, e não somente, como relata o texto, em roedores. Também é importante saber que o FDA, na figura do Dr. Bailey, já relatou por inúmeras vezes a presença de dioxanas em produtos infantis, inclusive em meados deste ano. O FDA não regulamenta cosméticos com exceção daqueles que venham a apresentar queixas dos consumidores. A indústria americana é auto-reguladora o que dá margem a algumas aberrações.

Outra coisa válida é notar que não existe ingrediente 100% seguro, mesmo agentes hipoalergênicos podem ser sensibilizantes em certos indivíduos e que o rótulo natural ou orgânico não significa nada em termos de segurança (você pode ter venenos naturais e orgânicos).

Boa leitura!

Produtos orgânicos não necessariamente tornam a pele mais saudável

(New York Times)

Natasha Singer

Flavia Kawaja, designer de interiores em Manhattan, não faz uma visita ao departamento de beleza do Whole Foods Market com uma lista de compras, mas com uma lista mental dos ingredientes sintéticos a evitar.

Kawaja não usa antiperspirantes feitos com derivados de alumínio, em caso da lenda urbana de poderem causar doenças como Alzheimer ser verdade. Ela também evita produtos para pele com parabenos, agentes antibacterianos comuns usados como conservantes em alguns cosméticos, alimentos e drogas.

Apesar de não ter havido ensaios clínicos rigorosos em grande escala para demonstrar que os parabenos em cosméticos representam um risco aos consumidores, alguns estudos mostraram que a exposição a parabenos pode causar mudanças reprodutivas em roedores de laboratório.

Mutt Ink/The New York Times

Ao escolher cosméticos vendidos como naturais ou orgânicos, Kawaja toma extremo cuidado. Mesmo assim, admite que não tem certeza se sua escolha cuidadosa de xampus e protetores solares naturais se traduz em benefícios para a saúde.

“Não assumo que por ser orgânico automaticamente quer dizer que é bom para a saúde”, diz ela. “Digo, se você fritar uma batata orgânica, ainda é uma batata frita.”

Conhecedores de orgânicos há muito lêem os rótulos para eliminar produtos fabricados com pesticidas ou que contêm cores ou sabores sintéticos e conservantes. Agora, após os sustos de saúde recente com ração animal e dentifrícios contaminados, alguns peritos de beleza estão procurando os cosméticos livres de substâncias químicas sintéticas, na crença que produtos feitos sem ingredientes industriais como petroquímicos devem ser melhores para a saúde.

Esses novos consumidores cuidadosos estão alimentando uma expansão dos produtos de cuidado pessoal chamados de naturais e orgânicos. Os cosméticos naturais são vendidos por conterem vegetais ou minerais; os orgânicos dizem que são feitos com plantas cultivadas sem pesticidas.

Durante os 12 meses anteriores ao dia 9 de setembro, os americanos gastaram US$ 150 milhões (em torno de R$ 300 milhões) nas três maiores marcas naturais de higiene pessoal do mercado, incluindo Burt’s Bees, Jason Natural Cosmetics e Tom’s of Maine, um aumento de US$ 51 milhões sobre o ano anterior, de acordo com uma firma de pesquisa de mercado, Information Resources Inc. Enquanto isso, a venda de itens orgânicos de cuidado pessoal alcançou US$ 350 milhões (aproximadamente R$ 700 milhões) no ano passado, um aumento de US$ 68 milhões sobre 2005, de acordo com dados dos fabricantes compilados pela Organic Trade Association.

“Estamos vendo uma consciência maior que o que se coloca no seu corpo é tão importante quanto o que vai dentro do seu corpo”, disse Jeremiah McElwee, coordenador responsável pelo departamento de higiene pessoal da Whole Foods, o que mais cresce da empresa. “A saúde é o maior ímpeto para comprar produtos naturais ou orgânicos para o corpo.”

Seria lógico imaginar que ingredientes comestíveis comuns como azeitonas ou soja seriam naturalmente mais saudáveis para a pele e para o corpo do que compostos industriais de várias sílabas, difíceis de se pronunciar, como o conservante metilcloroisotiazolinona. Entretanto, representantes do governo e da indústria de beleza, assim como ativistas ambientais, admitem que não há provas científicas para apoiar a noção que cosméticos baseados em plantas são mais seguros, saudáveis ou mais eficazes para as pessoas.

“Os consumidores não devem necessariamente assumir que um ingrediente ‘orgânico’ ou ‘natural’ possui maior segurança inerente do que outra versão quimicamente idêntica do mesmo ingrediente”, escreveu Linda M. Katz, diretora do Escritório de Cosméticos e Cores do Departamento de Alimentos e Drogas (FDA), em mensagem eletrônica. “De fato, ingredientes ‘naturais’ podem ser mais difíceis de se preservar contra a contaminação microbiana do que materiais sintéticos.”

A confusão sobre a “veracidade” do mercado de artigos de higiene pessoal natural vem da falta de padrões nacionais.

O FDA, que regula os cosméticos, nunca impôs padrões de definição para termos de venda como ‘natural’ ou ‘orgânico’ quando se aplicam a produtos de beleza, disse Katz. Então, os fabricantes são livres para usar tais termos em tudo, desde um xampu sintético com um derivado de uma planta até um pó facial sem produtos sintéticos formulado apenas com minerais.

COSMÉTICOS NATURAIS

O departamento requer que os fabricantes assegurem que os cosméticos sejam seguros para o uso recomendado. No entanto, deixa por conta dos fabricantes decidir quais testes de segurança e eficácia fazer sobre os ingredientes e produtos acabados.

John Bailey, vice-presidente executivo de ciência da Associação de Cosméticos, Higiene Pessoal e Fragrância, em Washington, disse que os cosméticos são seguros, quer suas fórmulas contenham produtos químicos ou plantas. “No nível mais fundamental, mantêm os mesmos padrões legais e de fiscalização”, disse Bailey, que tem PhD em química.

No entanto, Jane Houlihan, vice-presidente de pesquisa do Grupo de Trabalho Ambiental, um grupo sem fins lucrativos em Washington, disse que a falta de padrões federais é responsável pela confusão do consumidor quanto as vantagens dos produtos naturais, se são tangíveis ou são simplesmente uma estratégia de marketing para cabeças verdes.

“Mesmo que um produto de beleza diga ser puramente da terra, você precisa ler a lista de ingredientes”, disse Houlihan.

Segundo Houlihan, o crescimento do interesse do consumidor em produtos naturais está levando muitos fabricantes a incluírem plantas exóticas em suas fórmulas que não têm um histórico estabelecido na indústria. Por exemplo, disse ela, seu grupo não encontrou dados publicados de segurança para ingredientes mais novos nos cosméticos como o óleo de madeira da Índia Ocidental e extrato de flor de peônia branca. “Só porque um ingrediente vem de uma planta isso não quer dizer que é seguro para uso em um cosmético”, disse Houlihan. “Tabaco e urtiga são exemplos de plantas que podem ser nocivas.”

De fato, alguns dermatologistas disseram que até mesmo ingredientes naturais que parecem benignos podem causar alergias. Por exemplo, David A. Kiken, residente de dermatologia da faculdade de medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, disse que tinha visto irritação de pele causada por cosméticos com óleo de cedro australiano, camomila e chá verde.

“Apesar da expressão ‘extratos botânicos naturais’ dar a impressão de ter propriedades benéficas e benignas, essas substâncias podem causar reações adversas em indivíduos”, escreveu Kiken em um artigo publicado no American Journal of Contact Dermatitis.

Na ausência de padrões do FDA, dezenas de empresas e lojas estão usando palavras como botânico, natural, vegetal, puro e orgânico para vender seus produtos, cada um com sua própria definição.

Por exemplo, a www.sephora.com distingue entre produtos botânicos que usam alguns ingredientes vegetais, marcas naturais que não têm conservantes químicos, cores e fragrâncias, e marcas orgânicas que empregam alguns ingredientes vegetais cultivados sem pesticidas.

Outras marcas se dizem orgânicas para transmitir o máximo da integridade. Mesmo assim, as definições variam. Algumas empresas de beleza simplesmente empregam orgânico em seus nomes. Outras promovem certos ingredientes que foram aprovados por empresas privadas que inspecionam alimentos orgânicos.

Algumas marcas -inclusive Origins e Nature’s Gate- até receberam certificação para alguns produtos pelo Programa Nacional Orgânico, divisão do Departamento de Agricultura cujo logotipo aparece em produtos alimentares orgânicos certificados.

Os cosméticos podem usar tais selos se contiverem ao menos 95% de ingredientes orgânicos certificados, ou seja, produtos agrícolas feitos de animais ou plantas cultivados e processados sem fertilizantes químicos, pesticidas, hormônios de crescimento e antibióticos.

As pessoas, entretanto, não devem interpretar nem o selo orgânico do Usda - www.ams.usda.gov/nop/FactSheets/Backgrounder.html- nos cosméticos como prova de benefícios para a saúde ou eficácia, disse Joan Shaffer, porta-voz do departamento. Os agentes certificadores do governo simplesmente fiscalizam a forma como esses ingredientes naturais são cultivados e processados, assim como fariam para uma jarra de extrato de tomate, disse ela.

“O Programa Orgânico Nacional é um programa de marketing, não de segurança”, disse Shaffer, comparando o selo orgânico do departamento a seu sistema de classificação de carne bovina. “O filé pode ser de primeira, mas isso não quer dizer que é seguro ou nutritivo”.

Tradução: Deborah Weinberg

Powered by WordPress